• De Santiago a Mendoza de Carro

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A cerca de 200 kms de São Paulo, na região do Vale da Mantiqueira e distante cerca de 40 kms da badalada Campos do Jordão, fica a tranquila e bucólica cidade de São Bento do Sapucaí.

São Bento do Sapucaí

São Bento do Sapucaí

Resolvemos passar um final de semana na cidade, para descansar e desligar um pouco da correria daqui de São Paulo, o que foi uma ótima pedida. Como era nossa primeira vez na cidade, resolvi escolher uma pousada mais perto do centrinho, pensando em sair para fazer comprinhas, jantar, etc.

Fomos numa sexta feira a noite, chegamos por volta da meia noite e a estrada era tranquila, apesar de algumas curvas – seguimos o waze e achei super curioso que entramos em Minas Gerais para então voltar a São Paulo e assim chegarmos a São Bento do Sapucaí rsss. Pensei que tínhamos errado, mas era isso mesmo…

A cidade é super pacata e não tem lá muitas atrações turísticas – o ideal é mesmo descansar! O ponto alto da cidade é a famosa Pedra do Bau, montanha em que podemos subir para apreciar a vista e também praticar escalada, rappel e, para os corajosos, pular de asa delta, por que não? :)

Pedra do Bau

Pedra do Bau super encoberta pela neblina

Eu estava louca para subir a montanha, e, logo que chegamos à pousada, o rapaz da recepção nos entregou um mapa da cidade com as principais atrações e perguntei se a subida era perigosa – ele nos contou que alguns pontos são sim perigosos, com uma pequena escada de metal. Em vista disso, nos recomendou que contratássemos um guia caso fossemos mesmo subir.

Bom, gente, eu falei pro meu namorado: “Subi a Wayna Picchu no Peru, a Pedra do Baú sera moleza” hahahahaha…ele arregalou os olhos e concordou de irmos, mas, infelizmente, choveu muito durante a madrugada, o que nos impossibilitou de ir, por motivos de segurança (aliás, nem sei se naquele dia as subidas seriam liberadas, o solo estava bastante úmido).

Como comentei, nossa intenção era desestressar rsss…tomamos o café da manhã com calma e seguimos em direção a Cachoeira dos Amores, a mais próxima do centro de São Bento do Sapucaí e com fácil acesso – por ser uma área particular, cobra-se uma entrada de R$ 5,00 por pessoa, tem onde parar o carro e você pode ficar o tempo que quiser. Li que no verão enche de gente mas, como fomos em Maio e estava frio, só tínhamos nós e mais um casal.

Cachoeira dos Amores

Cachoeira dos Amores

Cachoeira dos Amores

Cachoeira dos Amores

A cachoeira é realmente muito bonita e vale a pena conhecer – além dessa, existe também a Cachoeira do Toldi, mas não chegamos a visitar.

Cachoeira dos Amores

Cachoeira dos Amores

Cachoeira dos Amores

Cachoeira dos Amores

Pegamos a estrada no sentido da Pedra do Bau, nos atrapalhamos um pouco com o waze, que vivia perdendo o sinal, mas o acesso é por uma entrada ao lado direito da estrada, para quem vai do centro da cidade. Havíamos decidido não subir em virtude das chuvas da noite anterior, mas quisemos almoçar no Restaurante Pedra do Bau – por R$ 30,00 por pessoa, você come a vontade num buffet super gostoso, que oferece comida paulista e mineira – vale muito a pena. Atenção: o estabelecimento não aceita cartão pois o sinal é muito fraco – leve dinheiro ou cheque (isso mesmo, cheque, minha gente rss).

As paisagens são de fazer esquecer o stress do dia a dia, não?

Sáo Bento do Sapucai

São Bento do Sapucaí

São Bento do Sapucaí

São Bento do Sapucaí

Na volta, paramos para conhecer a Capela dos Mosaicos, minúscula, bem interessante, e que tomou essa forma atual, de mosaicos, a partir de 2008, através de uma reforma executada pelo artista plástico Angelo Milani.

Capela dos Mosaicos

Capela dos Mosaicos

Interior da Capela

Uma coisa que me chmou bastante a atenção em São Bento do Sapucaí foi a quantidade de igrejas e capelinhas espalhadas pela cidade, sempre muito bem conservadas…

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A igreja matriz me lembrou um pouco a arquitetura russa (ou estou viajando na maionese?rss), foi construída por escravos em 1853 e seu Azul destaca-se por todo o seu interior – a praça onde se localiza é bem cuidada, bonita e simples, bem típica de cidades interioranas. Minha mãe sempre diz que quando entramos pela primeira vez numa igreja, precisamos fazer um pedido que ele sera atendido. Ora, não custa tentar, né? rs

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À noite, resolvemos ir a um pub cuja indicação vi no Trip Advisor – isso eram cerca de 20:30, 21 horas do sábado e a cidade estava deserta!! Paramos o carro em frente ao pub e estava praticamente vazio…será que os mais jovens vão badalar em Campos do Jordão? Fiquei com essa dúvida…

Resolvemos então ir a um restaurante chamado Sabor da Serra – parecia que todos os turistas da cidade estavam por lá…hahahahaha…o buffet de pizzas custava R$ 20 por pessoa e tinha muita variedade, incluindo 2 tipos de pizza doce; por R$ 25 por pessoa, dava direito ao buffet de caldos também. Como referência, uma pizza inteira custava em media R$ 32 – o custo x benefício desse restaurante foi super bom, tanto que no dia seguinte voltamos para almoçar antes de retornarmos a São Paulo. O buffet com comida paulista/mineira custava R$ 28 por pessoa a vontade ou R$ 45 o kg – detalhe: a comida era aquecida no forno a lenha! Uma delícia. Apenas o Buffet de saladas não era muito rico de opções e as sobremesas inclusas restringiam-se a compotas, como goiabada, figada, doce de abóbora, mas a parte de pratos quentes era uma delícia e valeu super a pena!

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O que mais fizemos em São Bento do Sapucaí foi descansar e dirigir pelas lindas estradas…no domingo, tomamos um café da manhã sem pressa e fomos fazer umas comprinhas na Arte no Quilombo – todas as peças são produzidas por artesãos locais, com destaque a flores. A loja tem coisas super fofas, ótimas lembrancinhas para trazer de presente e estacionamento no local.

São Bento do Sapucaí

São Bento do Sapucaí

São Bento do Sapucaí

De lá seguimos a pé a um outro “ponto turístico” da cidade, e já te aviso: vá conhecer mesmo que não tenha a intenção de comprar nada!! Refiro-se ao Atelier do Ditinho Joana, um artista que esculpe peças incríveis em madeira! Geralmente estou acostumada a ver apenas esculturas de santos em madeira, mas Ditinho se supera…super simpático e sem forçar a barra para comprarmos nada, nos contou que tem esse dom desde criança e hoje os filhos o ajudam…já apareceu na televisão, foi entrevistado pelo Jô Soares e nos encantou não apenas pela riqueza de susas obras como pela sua simplicidade e boa energia.

Ditinho Joana

Ditinho Joana

Ditinho é famoso pela escultura da bota ( R$ 150,00) e também faz esculturas sob encomenda. Quando a essa obra fantástica abaixo, nos sontou a história dos personagens, cantou, e nos fez sair de lá agradecidos de termos conhecido esse lugar tão especial.

Ditinho Joana

Ditinho Joana mostrando sua arte

Saímos de lá sem pressa, mais uma vez admirando a natureza, as bem conservadas igrejas e suas praças – um passeio delicioso para um final de semana. Acredito que 2 ou 3 dias sejam suficientes para passear na cidade, se ficar mais do que isso, vale um bate volta as vizinhas Santo Antonio do Pinhal ou Campos do Jordão.

Onde ficamos:

Pousada Villa da Montanha

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Ficamos no Chalé, com frigobar, 2 garrafas de água cortesia, piso frio. O ponto negative fica para o chuveiro, elétrico e bem fraquinho.

A pousada é um charme, super limpa, bem cuidada, piscine bacana (estava frio e não usamos), o dono, muito simpatico. Café da manhã simples mas super gostoso.

Restaurantes:

Pedra do Baú: ideal para almoçar, principalmente se for subir a Pedra. Comida super gostosa, preço justíssimo. O único ponto negativo é não aceitar cartão (débito ou crédito)

Sabor: almoçamos no buffet e jantamos pizza. Destaque para o almoço, comidinha super bem feita, aquecida no forno a lenha. Ótimo custo benefício e estacionamento gratuíto a frente.

 

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